Flutter – Uma nova fronteira para Mobile Android/IOS

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Depois de muito tempo procurando uma solução para implementação de aplicativos mobiles me encontrei com Flutter.
Flutter é um framework que roda na VM Dart do google com prioridade para programação funcional, o que o torna bem diferente da experiência do ambiente Delphi do qual sempre fui adepto.

– Compilação Hot Load
Recurso fantástico, não precisa esperar aquela eternidade para ver o resultado de uma alteração. Flutter vem com uma funcionalidade que recarrega a alteração no disposivo sem precisar iniciar tudo de novo. Altera o janela, salva o fonte … pronto tudo vai para o dispositivo – parece um passe de mágica. Adorei, poupa muito tempo. Em alguns casos precisa reinciar – quando a alteração afeta código carregado antes da janela em apresentação, mesmo assim é um achado dos deuses.

– Beta
Flutter ainda é uma ferramenta beta do google, no entanto já esta bastante estável para utilização em produção. O fato do time de desenvolvimento ser google traz a vantagem na aderência com a plataforma google e seus recursos inesgotáveis de funcionalidades a aprender.

– Reativo
Como plataforma orientada a estado e reativo a eventos externos ao dispositivo que até então só conhecia na implementação com Angular, fiquei muito impressionado com a dinâmica de reação as mudanças mutuamente compartilhadas entre os dispositivos simultâneamente.
“uma dispositivo faz uma alteração no banco de dados, automaticamente a alteração é propagado para os depois dispositivos que estão acessando aquela informação ‘zero de código’ “.

– IDEs

Durante o tempo de implementação fiz uso tanto do Android Studio como Visual Studio Code para implementação com Flutter. Ambas estão dotados de muitas funcionalidades bem interessantes não devendo nada às IDEs comerciais.
De um lado o CODE é uma IDE mais leve e de outro o Android Studio é bem pesado.
Uma das coisas que mais me impressionou na IDE foi o recurso de Refactor, são muito eficientes – transformar um trecho de código em um componente é literalmente um clique do mouse. Muito bom este recurso – principalmente por conta da clareza do código face a estrutura funcional de programação que tende a tornar a leitura muito confusa quando a quantidade de código cresce muito. Para estes casos transformar trechos de código em novas classes ou componentes se mostra muito eficiente para melhorar a leitura e facilidade na manutenção futura.

– SOLID

Aplicar conceitos SOLID é praticamente um pre-requisito na programação funcional e com Flutter isto se mostrou uma necessidade.
Separar responsabildades é a base para uma boa prática.

– A Instalação

Não espere tudo pronto. Siga os passos de instalação indicado na página do Framework e tudo deverá funcionar sem muita dificuldade, mas não espere algo como “start, next, finish”. Alguns snip, códigos de produtividade estarão em bibliotecas de terceiros e precisam ser instalados em separado – após algumas googladas irá encontrar material abundante para melhorar o trabalho.

Em resumo, estou apostando que enfim encontrei o caminho para migrar para o mobile – vale o tempo investido.

Ver na Google Play: Nc Construir e Tigela Cheia – feitos com flutter.

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